Política CPI

Capitão Alden volta a cobrar deputados sobre assinaturas para instalação da CPI dos Respiradores

Até o momento assinaram a CPI os seguintes deputados: Capitão Alden, Alan Sanches, Carlos Geilson, David Rios, Kátia Oliveira, Laerte do Vando, Luciano Simões Filho, Paulo Câmara, Pedro Tavares, Robinho, Sandro Regis, Soldado Prisco, Talita Oliveira, Tiago Correia e Tom Araújo.

13/01/2022 10h13
Por: Bahia Jornal
Capitão Alden volta a cobrar deputados sobre assinaturas para instalação da CPI dos Respiradores

Contando com 15 assinaturas até o momento, a Comissão Parlamentar de Inquérito (CPI) que pretende investigar os contratos e ações do Consórcio Nordeste no que tange a compra de respiradores que nunca chegaram à Bahia, ainda não foi instaurada na Assembleia Legislativa da Bahia (Alba) por precisar de, pelo menos, 21 assinaturas. 

Até o momento assinaram a CPI os seguintes deputados: Capitão Alden, Alan Sanches, Carlos Geilson, David Rios, Kátia Oliveira, Laerte do Vando, Luciano Simões Filho, Paulo Câmara, Pedro Tavares, Robinho, Sandro Regis, Soldado Prisco, Talita Oliveira, Tiago Correia e Tom Araújo. 

Outros deputados, questionados pela imprensa, afirmaram que iriam assinar o protocolo de requerimento de abertura da Comissão, mas ainda não cumpriram com o prometido. 

“A ideia de levarmos a CPI para a Bahia é para darmos continuidade às investigações que foram feitas no Rio Grande do Norte. Não nos esqueçamos que temos mais de 180 milhões de reais que foram pagos antecipadamente para comprar de 1879 respiradores que não chegaram a ser entregues na Bahia e a nenhum estado nordestino. Um escândalo que pode chegar a mais de R$ 200 milhões”, explica Capitão Alden.

Acompanhando e denunciando o caso desde o início, Alden esteve no Rio Grande do Norte por diversas vezes para acompanhar a CPI que aconteceu no estado potiguar, que teve a liderança do deputado Kelps Lima. O governador Rui Costa, do PT, foi indiciado na CPI dos respiradores no Rio Grande do Norte por improbidade administrativa, além de outros agentes públicos baianos, como o ex-chefe da Casa Civil, Bruno Dauster, e o ex-ministro Carlos Garbas.

“As irregularidades já foram apontadas pelo TCE-BA e pela CPI do Rio Grande do Norte, mas aqui na Assembleia Legislativa da Bahia temos esta dificuldade. Os deputados precisam entender que devemos isto ao povo baiano. Muitas vidas poderiam ser salvas com este recurso que foi perdido e que ninguém explica onde foi parar. Nós desconfiamos e queremos investigação aqui no estado para que os culpados paguem pelos seus atos irresponsáveis”, disse o deputado.

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