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Campanha Amigos da Floresta reduz área afetada por incêndios no Litoral Norte e Agreste Baiano

Ação desenvolvida pela Bracell é realizada em parceria com as comunidades de setes cidades

26/01/2021 16h33
Por: Bahia Jornal Fonte: Ascom
Foto: Ascom
Foto: Ascom

O combate aos incêndios florestais no Litoral Norte e Agreste Baiano, região de atuação da Bracell, teve um resultado positivo em 2020. A extensão de áreas de matas consumidas pelas chamas é a menor desde 2011, totalizando 37 hectares. A redução foi possível graças ao trabalho da equipe de brigadistas, ao aparato tecnológico e ao envolvimento das comunidades, que são capacitadas pela Bracell para identificar e combater princípios de incêndio.

Apesar da redução de hectares queimados, o número de ocorrências de fogo não seguiu o mesmo parâmetro, o que redobra a atenção na região. “Tivemos atendimento a 336 pontos de calor (focos de incêndio) ameaçando áreas florestais”, mas a atuação conjunta dos brigadistas e moradores permitiu reduzir o tempo de resposta às ocorrências, amenizando os impactos à flora e à fauna”, observa Wellington de Souza Santos, supervisor da brigada de incêndios florestais da Bracell.

Segundo ele, a organização conta com equipes de brigadistas preparadas para o combate às chamas, atuando em cidades como Alagoinhas, Camaçari, Esplanada, Conde, Entre Rios, Itanagra e Inhambupe. Os profissionais estão a postos em seis setores diferentes, definidos com base na localização geográfica dos municípios. Essa atuação contribuiu para uma redução de hectares queimados em um ano marcado por incêndios florestais com consequências dramáticas ao meio ambiente na Bahia, principalmente na região de Barra, que teve mais de 1.500 hectares de área florestal incendiados, e no Brasil, com incidência de incêndios nas regiões amazônica e pantaneira.

Para se ter uma ideia, de 2011 a 2019, os incêndios destruíram 3.504,35 hectares de florestas plantadas e nativas nas áreas da empresa. Neste período, o pior cenário foi em 2012, com a queima de 708,73 hectares de vegetação. A menor área destruída, nos últimos nove anos, compreendeu 70,31 hectares, em 2014.

“O ano de 2020 foi atípico por conta da pandemia de Covid-19 e dos alertas de incêndios. Tivemos que nos reinventar e traçar estratégias para dar continuidade às ações de prevenção e de interação com a comunidade e intensificamos a ajuda humanitária sem deixar de conscientizar as pessoas quanto à prevenção dos incêndios florestais”, explica Wellington.

Isso fez com que 64% dos alertas de ocorrências de incêndio viessem das comunidades. “O sentimento da equipe, nesse exato momento, é de felicidade porque isso é reflexo de um trabalho árduo diuturno”, completa ele, informando que as ações contra as chamas serão mantidas ao longo de 2021.

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